Sabe quando você lê um livro que acaba fazendo com que você reveja alguns pontos na sua vida? É disso que vamos tratar nesse post.
Aqui vão os 5 livros que eu li – e amei – e que fizeram com que eu passasse a enxergar a vida de um jeito diferente, e tenho certeza, um deles – se não todos -, farão o mesmo com você.

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1 – “A Culpa é das Estrelas”, de John Green.

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“Você vai rir, chorar, e ainda vai querer mais”.

O livro conta a história de Hazel, uma garota de dezesseis anos que passou a não ver mais sentido na vida depois que descobriu estar com leucemia. Hazel passa a frequentar um grupo de Apoio a Crianças com Câncer, e lá conhece Augustus, por quem – obviamente – se apaixona e juntos, acabam descobrindo, novamente, o sentido da vida.
Não importa se você acredita ou não no amor, mas é impossível não se emocionar com a história de superação dos dois, com a paixão pela vida que eles acabam adquirindo.

2 – “Antes que eu vá”, de Lauren Oliver.

“Antes que eu vá” conta a história de Samantha, uma garota que tinha tudo: namorado, amigos, popularidade e família. Até que sua vida muda quando sofre um acidente de carro. Ela morre, mas ao invés de passar para o próximo plano, ir para o céu, ou seja lá como queira chamar, Samantha acaba ganhando 7 “segundas chances” para fazer as coisas de jeitos diferentes – e melhores – mesmo que tudo comece de novo no dia seguinte. Não importa onde você está, qual dia da semana é ou qual a próxima coisa que você precisa fazer. Tudo isso terá um pouco mais de valor. Samantha morre jovem, mas aprende a viver (apesar de se apaixonar um pouco tarde demais).

3 – “Divergente”, de Veronica Roth

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É a história de Beatrice, que aos dezesseis anos precisa escolher a qual facção pertence: Audácia, Erudição, Franqueza, Abnegação e Amizade. O que acontece, é que cada uma tem uma característica específica. Por exemplo, se você pertencer à Amizade, não pode ser nem um pouco egoísta. Beatrice acaba dividida entre continuar com sua família ou fazer a escolha que mudará seu destino para sempre, longe de todos.
Apesar do livro ser ficcional, mostra o peso que nossas escolhas possuem, e também que precisamos encarar as boas – e as más – consequências que vem junto com elas.

4 – “Um dia”, de David Nicholls.

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Você pode passar a vida inteira sem perceber que aquilo que procura está bem na sua frente. É isso que acontece com Emma e Dexter, que se conhecem na noite da festa de formatura e no dia seguinte, acabam seguindo caminhos diferentes. Porém, em todos os anos, exatamente no dia 15 de Julho, eles arrumam uma maneira de entrar em contato.
Emma e Dexter seguem suas vidas separadamente (?), assim como irá acontecer conosco, um dia. Uma mistura engraçada de coincidências, aprendizado e nostalgia, onde alguma parte da história se encaixa em sua vida.

5 – “Por que os Homens Amam as Mulheres Poderosas?”, de Sherry Argov.

Com mais de dois milhões de livros vendidos, Sherry Argov produziu um guia para você “deixar de ser boazinha e se tornar irresistível”. Uma série de explicações sobre o tema, com verdades que grande parte da população feminina precisa perceber.
Não se esqueçam, que apesar de tudo, o livro é construído com o maior bom humor, e acaba fazendo com que você veja a vida de um jeito mais alegre, como quem é apaixonado pela vida.

E aí? Já leram algum desses ou algum livro que “mudou” a vida de vocês? Comentem! Ah, qual assunto vocês querem ver no meu próximo post? Crônicas, resenhas de livros/filmes/seriados? Mande no e-mail juliarodrigss@gmail.com com o tema.

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Beijos!
Julia Rodrigues

Aeroportos são os lugares mais emocionantes que você pode encontrar na face da terra. Tem gente chegando, gente recebendo, gente saindo e gente deixando que vá. Tem lágrimas de felicidade, lágrimas pela saudade que bate forte no peito e lágrimas pelo medo do que tem por vir. Afinal, quem sabe o que temos pela frente?

Ansiedade? Descubra que essa era uma palavra até então desconhecida antes de entrar nesse universo de chegadas e partidas. Faça as malas ansiando para ir e já ansiando para voltar. É contraditório, mas a saudade pode aparecer mesmo antes de sequer se despedir. Além disso, depois dessa enxurrada de emoções, entre chegadas e partidas, quem embarca ainda tem mais um turbilhão pela frente. Decolar e pousar são apenas duas delas. O melhor de tudo é poder ver o mundo de cima das nuvens. Arrisco dizer que é como brincar de Deus enquanto você é apenas um pontinho. Não tem como entrar num avião sem olhar pela pequena janela, dar um longo suspiro e sentir-se uma formiguinha na imensidão.

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Deixe de lado todas as dúvidas e torne-as certezas. Esqueça seus medos e viva os seus sonhos. Perca um pouquinho de si e traga novas versões suas a tona ♥

Quando terminamos o ensino médio, saímos pensando no vestibular. Na faculdade. No futuro emprego. Em todas as responsabilidades que iremos assumir e o que nossas ações implicarão no futuro. Mas, quando saí do ensino médio me deparei com dois sentimentos: um foi a falta de vontade de decidir o que eu queria ser e fazer com 18 anos; e o outro foi essa sensação de querer algo mais. Algo além do certinho, do esperado, do normal, do “de sempre”. Queria ir além. E ainda quero.

Para quem, assim como eu, quer se aventurar um pouquinho, que tal o intercâmbio? Antes de escolher o destino se atenha aos preços agregados a eles, os intercâmbios mais baratos são para:

Dublin – Irlanda

Localizada na costa oriental da ilha e conhecida por seus vários festivais: religiosos, musicais, artísticos, feiras de livros, comidas e bebidas. Dublin é cidade natal de várias bandas e escritores, como U2 e Oscar Wilde – autor de o Retrato de Dorian Grey- e foi nela que se originou uma das cervejas mais consumidas do mundo: Guinness. Em Dublin, você poderá conhecer museus que contém a história georgiana e medieval da cidade, apreciar os diversos festivais, se esbaldar nos mercados de pulgas que vendem tudo que podemos imaginar ou frequentar os famosos Pubs Irlandeses.

Custo médio de um intercâmbio de 6 meses (curso de inglês + visto + seguro saúde + acomodação + taxas) : R$ 11.000,00 *

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Toronto – Canadá

É a capital financeira do Canadá, e tem a maior concentração de sedes de empresas e instituições culturais. É considerada como uma das cidades mais artísticas do país. Toronto é um grande centro turístico, nele você pode conhecer o maior museu do Canadá, o ROM – Royal Ontario Museum – que possui mais de 6 milhões de peças; o Art Gallery Of Ontário inaugurado em 1900 que possui uma das maiores coleções de arte moderna e os diversos shoppings e galerias. Desde 2011, Toronto é palco de protestos contra grandes corporações, lutam contra o capitalismo e a população constantemente vai às ruas protestar.

Custo médio de um intercâmbio de 6 meses(curso de inglês + visto + seguro saúde + acomodação + taxas) : R$ 10.600,00*

Toronto - Cabide Colorido

Auckland – Nova Zelândia

Cidade mais populosa e capital financeira da Nova Zelândia apesar de sua capital ser Wellington. Abundante em empregos e oportunidades educativas, entretanto possui problemas com violência e a falta de um bom transporte público. Apesar de tudo, ocupa a posição 23ª na lista de cidades mais ricas do mundo. Nela se encontra a Sky Tower, edifício mais alto do hemisfério sul, apenas 8 centímetros menor que a Torre Eiffel. E uma das principais atrações da cidade é o Kelly Tarlton´s Underwater World, misto de museu, aquário e mini parque aquático. Kelly Tarlton foi o idealizador, que reuniu peças e criou o museu. Dá pra observar evoluções das acomodações desde o início até hoje. É possível observar as evoluções das acomodações desde o início até hoje.

Custo médio de intercâmbio de 6 meses (curso de inglês + visto + seguro saúde + acomodação + taxas) : R$9.000,00*

Nova Zelândia - Cabide Colorido

E aí, ficaram com vontade de conhecer esses destinos? Super legais né?! Além de claro, terem um precinho mais legal para nossos bolsos.

*Esses valores não têm passagem aérea inclusa, essa varia conforme a data de compra.

– Daniele Affonso

Se a Avenida Paulista é a Times Square brasileira, o Museu do Ipiranga é Versailles! Não tem como não se derreter com aquele jardim verdinho simétrico, a água saltitando pelo chafariz e uma construção monstruosamente bonita.

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Era uma tarde de domingo fria, em que o sol fez o favor de brilhar, quando fui conhecer o lugar. O museu faz parte do Parque do Ipiranga, onde temos também o lindíssimo Monumento à Independência e uma feira de rua muito gracinha. O lugar é lotado de famílias fazendo piqueniques e crianças correndo de um lado para outro.

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Lá estão expostas obras e objetos dos mais diversos gêneros, cujo possuem algum laço com a história do Brasil e de São Paulo. Foi inaugurado em 07 de setembro de 1895 e, hoje, é um dos museus mais visitados da cidade. O quadro “O Grito do Ipiranga” – que estava no cantinho de sua apostila de história do ensino médio, tenho certeza – foi pintado por Pedro Américo através de uma encomenda feita pela família real portuguesa e está lá exposto. É enorme e foi super legal poder ver ele de pertinho!

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Pra chegar até lá é bem fácil! É só saltar na estação de trem do Ipiranga e subir algumas quadras pela Rua dos Patriotas. Não tem como se perder :)

Qual será nosso próximo destino?

Cris

Olivier Teboul, um francês charmosinho que mora em Belo Horizonte a um ano e meio, escreveu 65 observações que percebeu sobre o Brasil em seu blog. É engraçado ler, e também rir, com as mais variadas coisinhas que vivemos e nem nos damos conta de que podem não ser comuns em outras culturas.

Separei algumas sobre as quais eu nunca havia necessariamente refletido. Será que vocês concordam comigo?

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– Aqui no Brasil, os chineses são japoneses.

– Aqui no Brasil, é comum e conhecer alguém, bater um papo, falar “a gente se vê, vamos combinar, tá?”, e nem trocar telefone.

– Aqui no Brasil, não se assuste se estiver convidado para uma festa de aniversário de dois anos de uma criança. Vai ter mais adultos do que crianças, e mais cerveja do que suco de laranja.

– Aqui no Brasil, pode pedir a metade da pizza de um sabor e a metade de outro. Ideia simples e genial.

– (…) Comum também é sair de roupas de esportes mas sem a intenção de praticar esporte. Se vestir bem também é meio gay.

– Assim, se ouvi muito: “vou te falar uma coisa”, “deixa te falar uma coisa”, “é o seguinte”, e até o meu preferido: “olha só pra você ver”. Obrigado por me avisar, já tinha esquecido para que tinha olhos.

– Aqui no Brasil, o brasileiros acreditam pouco no Brasil. As coisas não podem funcionar totalmente ou dar certo, porque aqui, é assim, é Brasil. Tem um sentimento geral de inferioridade que é gritante. Principalmente a respeito dos Estados Unidos. To esperando o dia quando o Brasil vai abrir seus olhos.

– Aqui no Brasil, tem três palavras para mandioca: mandioca, aipim e macaxeira. La na França nem existe mandioca.

rj

Pra ler mais é só visitar o blog dele. Clique aqui!